As minhas raízes que brotam das pedras que me viram crescer
Sábado, 10 de Junho de 2006
NATAL, MAS ...

 

Foi longa e triste a noite de Natal,

sem estrelas no céu para brilhar,

sem a mesa do pão, sem o luar

sem menino Jesus, só um curral,

 

com farturas, com whisky, com cristal,

com festança de ouro por manjar,

com incenso e mirra a perfumar

a luxúria de farta bacanal;

 

sem o fogo no sangue do Inverno,

sem bandeiras em ramo de oliveira,

sem as palhas de humano amor fraterno,

 

com salário de nadas na carteira,

com mil guerras aqui, ... Eis o inferno

que se canta Natal de outra maneira!

 

                                           Coimbra, 03.01.05



publicado por alecrimdaserra às 00:44
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