As minhas raízes que brotam das pedras que me viram crescer
Sábado, 10 de Junho de 2006
HORAS MORTAS

 

Horas mortas que eu deixe amortalhar

sobre o peito fechado em sepultura,

são as noites cercadas em moldura

sem esperança de um ser a recriar.

 

Horas mortas que eu faça por ganhar

quando a alma se abre pra leitura,

são as flores nascidas da secura

nos meus tempos de verde a remoçar.

 

Horas mortas? São tantas que nem sei

se fui eu que no tempo feneci;

que não sei o que escreve em mim a lei.

 

Horas vivas? Natal, é vida aqui?

Tempo novo na voz de toda a grei

é cantar, com os anjos, ao “Rabi”!



publicado por alecrimdaserra às 00:55
link do texto | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Junho 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30


textos recentes

Natal em Crise

RUBRO DE CEREJA

O MENINO INFELIZ

NATAL A FAZER AMOR

SER DO TEMPO

EM BOA HORA

A VERMELHO

POR OUTRO CAMINHO

A VIDA CONTINUA

O NATAL DEPUTADO

arquivos

Junho 2006

favoritos

Alunos e professores do S...

O NATAL DEPUTADO

RUBRO DE CEREJA

links
Com a amizade do
subscrever feeds