As minhas raízes que brotam das pedras que me viram crescer
Sábado, 10 de Junho de 2006
ERA UMA VEZ
 

Era uma vez

um ferrolho e um jornal,

poesia, ... nem vê-la!

Oposição pessoal;

cravo e canela

Gabriela.

Não se antevia o Natal!

 

Era uma vez

a pena e a mordaça,

serrania e compaixão,

o santo e a fogaça,

propriedade e maldição,

um vira-cantochão

para a noite de Natal.

 

Era outra vez

o tempo do ferrolho na hora,

nas notícias do jornal:

ardia, fechada,

uma opinião sem sinal,

parcelamento de nada,

em Natal sem Consoada.

 

Era, desta vez,

um cravo e uma lapela

um peito e um cão de guarda

uma herdade e os donos dela,

a lareira atiçada.!

É agora que, afinal,

o céu mostra a estrela do Natal!



publicado por alecrimdaserra às 00:58
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