As minhas raízes que brotam das pedras que me viram crescer
Sábado, 10 de Junho de 2006
FOGO EM MIM POSTO

 

O que o fogo lambeu

no vestido virginal

da verdura e das frescas fontes!

O meu e o dos montes

transformado em ritual

que ofendeu o Natal!

 

Ateador de rastilhos,

é porco montês,

mais porco que o javali;

é a mão do diabo na função

(vendida?) de fogueiro aqui;

é o escarro podre, a corrupção

desta meia sociedade;

é o peido mal cheiroso

quando assim,  só cu, se bufa.

 

Os cotos de vela foram as fezes

com que acendeu o crime

no matagal mirrado

por tudo em pouco;

foram o pecado nas matas

já poucas em pulmão;

foram a gorja adiantada para fazer

o acendalho da missão.

 

O acto soez de quem se vendeu

fê-lo bosta de boi em soltura,

esguicho de merda em diarreia;

o seu verbo aporcalhado em pessoa

na gramática do grunhir, ...

foi a triste figura em vinha d’alhos!



publicado por alecrimdaserra às 01:06
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